Professora Maria do Carmo é a mais nova integrante da ACALPI

Na manhã deste último sábado, ocorreu a eleição da Academia de Ciências, Artes e Letras de Piripiri-ACALPI, para ocupar a cadeira nº. 38, que tem como patrono Osires Neves de Melo, sendo eleita a Diretora Geral da Faculdade Chrisfapi, Profª. Maria do Carmo.
A vacância da referida cadeira ocorreu com o falecimento da saudosa escritora Cléia Rezende Neves de Melo, filha de Osires Neves de Melo.

Homem é assassinado a facadas na calçada da Cavalaria da PM

Um homem identificado apenas como Wagner foi morto a facadas no início da tarde deste domingo (20) nas proximidades da Cavalaria da Polícia Militar, no Parque Jurema, zona Sudeste de Teresina. De acordo com informações do 8º Batalhão da Polícia Militar, o caso aconteceu por volta das 13h.

Ainda segundo a PM, após ser atingido pelas facadas, o homem ainda tentou correr, mas acabou caindo já sem vida na calçada da Cavalaria.

Equipes do 8º Batalhão isolaram a área até a chegada da Perícia Criminal e do Instituto de Medicina Legal (IML), que fez a remoção do corpo.

A autoria e motivação ainda vão ser apuradas pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A investigação também vai determinar se o crime deste domingo tem alguma relação com o assassinato de um homem de 47 anos registrado na noite de ontem, em uma residência no bairro Extrema, que fica nas proximidades da Cavalaria da PM.

Com gol de Jú Alagoano no final, River vence Fluminense-PI e retorna ao G4 do Piauiense

A melhor chance do jogo também é do Galo Carijó aos 18 minutos com Gleisinho em chute da entrada da área que carimba a trave do goleiro Nicolas. As chances do Fluminense não eram concretas e o time até pisava na pequinês área, mas finalizava. O River ainda teve duas oportunidades em chutes de longe de Bruno Gomes, que Nicolas defende e dá o rebote e na sequência a bola se perde e depois com Adeilson novamente em chute que passa por cima do travessão. Fim de primeiro tempo sem gols.

De volta para o segundo tempo o Vaqueiro tem boa chance logo aos cinco minutos. Cruzamento de Tiaguinho e Mário Sergio está dentro da pequena área sozinho, cabeceia nas mãos do goleiro Bruno Fuso. O River responde aos 10 minutos, em chegada que fica nas mãos do goleiro Nicolas. Ainda no começo da segunda etapa o técnico Wallace Lemos começa a mexer e faz três mudanças coloca em campo – Wilson Potiguar, Edinaldo e Jú Alagoano, que mal sabia, porem iria entrar em campo para decidir o jogo.

Aos 20 minutos, Jú tem grande chance, após receber passe curto de Gleisinho, ele invade a área e chuta em cima do goleiro. Uma das melhores chances do Galo na partida.

Depois dessa chegada do Galo, o técnico do Flu, Marcelo Vilar decide mudar também e faz quatro alterações colocando em campo – Waldir, William Salvino, Elivelton e promove a estreia de Juninho Quixadá.

O atacante Waldir entra dando mais intensidade ao setor ofensivo e pela esquerda junto com lateral Tiaguinho até cria boas jogadas. Uma das trocas de passe Tiaguinho solta a perna e a bola explode no travessão. Mas quem marca é o River, em jogada com lateral Maxwell, ele cruza a bola já na linha de fundo e Jú Alagoano praticamente debaixo do segundo pau apenas empurra para dentro de cabeça. Placar final Fluminense 0 x 1 River. Resultado importante para reinserir o Galo Carijó no G4, com 18 pontos, mesma pontuação do terceiro colocado Altos.

O River volta a campo na próxima sexta-feira (25) quando irá enfrentar o 4 de Julho, em Teresina. O Fluminense tem uma folga de quase 10 dias na tabela e só joga dia 30 de março.

Fonte: Cidadeverde.com

PRF e Polícia Civil recuperam em Piripiri veículo roubado na cidade de Teresina

Policiais Rodoviários Federais em ação conjunta com a Polícia Civil do Piauí, recuperaram na manhã de hoje (16) um veículo Saveiro Cs, que era conduzido por uma mulher de 32 anos. A ação foi desencadeada quando os policiais abordaram o veículo no município de Piripiri.

Durante abordagem, após averiguação dos elemento identificadores, os policiais constataram que o veículo possuía um registro policial de roubo na data de 29/10/2014, na cidade de Teresina.

Diante dos fatos, a mulher e o veículo foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Piripiri, para os procedimentos cabíveis. A princípio, a mulher responderá por receptação.

 

Irmão de Izadora Mourão é absolvido; mãe é condenada a 19 anos de prisão

Após mais de 14 horas de julgamento, o jornalista João Paulo Mourão foi absolvido da acusação de ter matado a irmã, a advogada Izadora Mourão. Os membros do conselho de sentença entenderam que ele não teve participação no crime, que aconteceu em fevereiro do ano passado, em Pedro II (distante 205 km de Teresina).

Foram quatro votos pela absolvição contra três pela condenação de João Paulo. A decisão dos jurados contrariou a tese do Ministério Público, que defende que o irmão também tem participação no crime.

Já a mãe de Izadora, Maria Nerci, que assumiu a autoria do crime, foi condenada a 19 anos e 6 meses de prisão, por homicídio triplamente qualificado.

A leitura da sentença aconteceu por volta das 23h, na 2ª Vara Criminal de Pedro II, em sessão presidida pelo juiz Diego Ricardo Melo de Almeida.

O alvará de soltura de João Paulo Mourão deve ser cumprido nesta quinta-feira (17). Já Maria Nerci deverá cumprir a pena em prisão domiciliar, por causa da idade avançada.

O promotor Márcio Carcará, que representou o Ministério Público no julgamento, informou que irá recorrer da absolvição de João Paulo e da pena dada a Maria Nerci.

O Julgamento 

Durante o julgamento Maria Nerci, de 71 anos, voltou a assumir a autoria do assassinato da filha, Izadora Mourão. Em seu depoimento, a aposentada disse que matou a filha enquanto ela dormia e negou a participação do filho, João Paulo, no assassinato.

A versão dada por Maria Nerci é contestada pelo Ministério Público, que acredita que mãe e filho participaram ativamente do homicídio da advogada. Segundo o MP, a motivação do crime seria uma briga por uma herança avaliada em R$ 4 milhões.

Durante sua fala no julgamento, João Paulo também voltou a negar participação no crime que ficou surpreso após descobrir o envolvimento da sua mãe e por ela ter colocado ele nessa situação.

“Eu estou muito entristecido com o que a minha mãe fez, que acabou me prejudicando, que causa revolta, não só para os filhos da minha irmã, revolta nos parentes, em mim, que estou sofrendo absurdamente. Eu fiquei muito triste, o primeiro relato que ela me deu, eu acreditei na minha mãe, porque ela sempre falou a verdade para mim, e não tinha como eu duvidar”, afirmou.

Após 14 horas de julgamento, Maria Nerci dos Santos Mourão, foi condenada a 19 anos e 06 meses de prisão por assassinar a filha, a advogada Izadora Santos Mourão, crime ocorrido em 13 de fevereiro de 2021. O irmão de Izadora, João Paulo Santos Mourão, foi absolvido pelos jurados por 4 votos a 3. A sessão ocorreu nesta quarta-feira (16), na Vara Criminal de Pedro II, e foi presidida pelo juiz Diego Ricardo Melo de Almeida.

Durante a sessão, ambos os réus deram suas versões do crime, porém, não condizem com a investigação realizada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Em seu depoimento no fórum, a idosa alegou que tinha uma relação turbulenta com a filha e que naquele dia 13 de fevereiro Izadora Mourão havia ameaçado ir ao banco para cancelar sua aposentadoria.

“Ela chegou na nossa casa e me disse: ‘eu estou precisando de um dinheiro. Eu disse: ‘dinheiro pra quê?’, e ela disse que era para pagar umas prestações de um guarda-roupa ou um sofá, e eu disse: ‘não tenho dinheiro, porque o dinheiro que eu ganho tu sabe quanto é, a aposentadoria’. Aí ela disse, ela não me chamava de mãe, ela disse: ‘você é uma velha miserável, cardíaca, 70 anos, já tá bom de viajar’. Disse que dia 15 ia começar a tomar as providências dela, ia pegar a carteira dela da OAB, e ia lá no Bradesco cancelar minha aposentadoria. Eu disse ‘não faz isso não, de que é que eu vou viver?’, e ela disse: ‘não sei’”, afirmou Maria Nerci.

A idosa conta que depois do suposto desentendimento a advogada entrou no quarto de João Paulo Morão, para descansar. Nesse momento, Maria Nerci sustenta ter imaginado que Izadora Mourão poderia lhe fazer algum mal, e por isso ela decidiu matar a filha antes.

“Eu me lembrei: ‘como ela disse que vai me matar e vai judiar com todo mundo aqui, eu vou lá ver se ela tá se mexendo ou tá dormindo’. Ela estava dormindo, pesado. Eu tinha levado a faca, eu disse: ‘é hoje ou nunca, porque ela me mata primeiro’. Aí eu peguei e dei o primeiro golpe, foi muito forte, parece que eu acertei na veia que mata mesmo, aí ela pegou no meu braço esquerdo e se virou, ela queria se levantar para tomar a faca. Ela pegou no meu braço e sustentou. Eu fiquei golpeando, eu disse: ‘ela vai tomar essa faca e vai matar todo mundo’. Aí ela ficou lá, emborcada”, colocou.

Versão de João Paulo

Já o jornalista João Paulo Santos Mourão, durante seu depoimento, alegou que no dia do crime sobre somente da morte de sua irmã quando sua mãe, Maria Nérci, o acordou, por volta de 9h, dizendo que Izadora estava morta.

“Nesse sábado eu fui deitar no quarto da minha mãe e por volta de 9h, fui acordado pela minha mãe e pela diarista, ambas estavam chorando e disseram que minha irmã estava morta, eu não entendi, pois estava meio sonolento e eu disse que era melhor chamar o SAMU e disseram para eu ir ver que ela estava morta, Me conduziram até a porta do meu quarto e eu vi aquela cena, que foi mostrada nos registros dos autos e eu fiquei em estado de choque, paralisado e sem saber o que fazer, sem saber como reagir para uma situação daquela. Fechei e abri meus olhos para ver se aquilo era realidade, se eu não estava tendo um pesadelo, mas infelizmente era realidade, era minha irmã que estava ali, com marcas de sangue no tórax e aparentemente já sem vida”, relatou.

Além disso, João Paulo alegou que não tinha conhecimento de que o crime foi realizado por sua mãe e, afirmou que somente soube que a investigação apontou Maria Nérci quando estava já estava preso na Cadeia Pública de Altos.

“No momento que eu estava na Cadeia Pública de Altos, chegou a mim um relatório do DHPP afirmando que minha mãe é ré nesse processo e depois recebi a confirmação pelo advogado. Fico muito triste pelo o que minha mãe fez me prejudicou e causou revolta, revolta nos filhos da minha irmã, filhos das minhas tias, em meus familiares. Eu fico muito triste com o que aconteceu, porque eu sempre acreditei no que ela me falou e eu não tinha o que duvidar dela, mas a versão dela deixou brechas sem o entendimento que pudesse confirmar o que ela estava dizendo”, disse João Paulo.

Entenda o caso

Izadora Santos Mourão, 41 anos, foi assassinada com pelo menos sete facadas dentro de casa, no município de Pedro II, no dia 13 de fevereiro de 2021. A princípio, circulou a informação de que ela teria sido morta por uma mulher, que sequer foi identificada.

Dois dias depois, o irmão de Izadora, João Paulo Mourão, acabou sendo preso pela equipe do delegado Danúbio Dias, acusado de assassinar a advogada a facadas. A Polícia Civil prendeu o jornalista em flagrante em sua residência na cidade de Pedro II, na tarde do dia 15 de fevereiro.

A investigação do DHPP apontou que a mãe de Izadora, Maria Nerci, criou um falso álibi para acobertar o filho, o jornalista João Paulo Mourão. “A mãe dele, quando viu a moça morta, a primeira coisa que fez, em vez de ligar para a polícia, ligou para uma faxineira para ela [a faxineira] dizer que ele [João Paulo] estava dormindo, para criar um álibi”, disse o delegado Barêtta à época dos fatos.

Fonte: GP1

Abandono: Depois do teto agora é o alambrado do estádio que estar se desabando

O trabalho feito pela prefeitura de Piripiri, no alambrado do estádio Ytacoatiara, foi mal feito e se desmoronou.
Esta obra custou para os cofres públicos R$ 97,000,00, conforme a placa.
A lentidão e a ineficiência da gestão municipal já pode ser vista nas poucas coisas que a gestora tem feito no município. A equipe da Secretaria de Cultura e Esporte não agiliza a recuperação do estádio desde o ano passado e, com isso, vão prejudicando o representante da cidade, no campeonato piauiense, o 4 de Julho.
Fonte: Piauí notícias

Deputado Marden Menezes apresentou requerimento para abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI…

O deputado estadual Marden Menezes apresentou requerimento para abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI para apurar as denúncias de desvios nos precatórios do FUNDEF.

“Ao todo foram 1,6 bilhões de reais, recursos negados aos servidores da educação e cuja utilização pelo Governo do Piauí está cercada de graves indícios de corrupção e desvio de finalidade. O pedido será entregue às entidades que representam os servidores da educação para que articulem as 2 assinaturas restantes, já que contamos com 8 parlamentares subscritores da proposição”.

Quadra Pedro velho ao lado dos três corações se encontra abandonada

 

O ex- prefeito Luiz Menezes que construiu quase todas quadras de esporte, incentivou esporte amador, o profissional e, hoje, vê as quadras abandonas e os campeonatos esportivos deixados pra trás.
Dentre as quadras a Pedro Velho, que fica ao lado dos Três Corações, está destiorada.

Aconteceu na manhã desta sexta(10) o arbitral inaugural para a realização do 33° Copão Rural

Aconteceu na manhã desta quinta-feira, dia 10, mais um arbitral do Copão Rural.
Os dirigentes dos times amadores da zona rural de Piripiri vão realizar, de forma independente, este importante campeonato do interior. A gestão municipal de Piripiri pretende mudar o nome do tradicional campeonato “Copão Rural”, para o Piripirizão Rural. Mas, não foi aceito por muitos dirigentes e, nem tão pouco, por jogadores.
O campeonato vai começar com 16 times, com a previsão da grande final, no dia 4 de junho.

Auxílio recebido indevidamente poderá ser devolvido em até 60 parcelas

Decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (9) regulamenta o procedimento para devolução de recursos dos benefícios do auxílio emergencial recebidos de forma indevida. A medida vale quando for constatada irregularidade ou erro material na concessão, manutenção ou revisão do benefício. 

Pelas regras do novo decreto, o beneficiário que tiver recebido indevidamente o auxílio emergencial poderá ser notificado por meio eletrônico, por mensagem encaminhada por telefone celular, pelos canais digitais dos bancos, correio, pessoalmente ou por edital para devolução dos valores.

A partir da notificação, o beneficiário poderá optar pelo pagamento à vista ou em até 60 parcelas mensais. O valor das parcelas não será inferior ao valor mínimo estabelecido para a emissão da Guia de Recolhimento da União – GRU Cobrança. O beneficiário ficará dispensado do ressarcimento à União se o valor total devido for igual ou inferior ao valor mínimo estabelecido para emitir a GRU Cobrança.

O decreto estabelece que o parcelamento do débito pelo beneficiário implicará confissão do valor a ser ressarcido, renúncia expressa da interposição de recursos e desistência daqueles que eventualmente tenham sido interpostos. O beneficiário que não efetuar o pagamento de três parcelas, consecutivas ou alternadas, terá o parcelamento cancelado e será considerado inadimplente.

Cobrança extrajudicial

Se o beneficiário não restituir voluntariamente os valores devidos, será efetuada a cobrança extrajudicial. Somente serão cobrados os valores devidos se o beneficiário tiver renda familiar mensal per capita superior a meio salário mínimo ou renda mensal familiar superior a três salários mínimos.

Se discordar da cobrança, o beneficiário poderá apresentar defesa no prazo de 30 dias da notificação. Da decisão administrativa que julgar improcedente a defesa apresentada pelo beneficiário, caberá recurso no prazo de mais 30 dias.

O beneficiário será considerado inadimplente caso, após 60 dias da ciência da notificação, não efetue o pagamento, não solicite o parcelamento do débito ou não apresente defesa. Ainda segundo o decreto, o beneficiário inadimplente será inscrito na dívida ativa da União.

Custo

O Ministério da Cidadania estimou que a cobrança dos valores deverá custar R$ 21,8 milhões ao longo de 2022, 2023 e 2024. Os valores serão usados na contratação de serviços de tecnologia da informação para levantamento de dados de renda familiar e per capita, na realização de notificação eletrônica, correspondências e carta registrada com aviso de recebimento (AR); e em parceria com os Correios para garantir os direitos de ampla defesa e de recurso a pessoas vulneráveis, sem acesso aos meios digitais, que serão atendidas pelo Balcão do Cidadão.

O Auxílio Emergencial foi criado em 2020 para apoiar os trabalhadores informais que ficaram sem renda em meio a pandemia. O programa se estendeu até o final do ano passado, quando foi encerrado.

Fonte: Agência Brasil